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Pânico

Amigo de Daniella Perez, Eri Johnson revela que nunca se deu bem com Guilherme de Pádua: "Quase brigamos"

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Nesta quarta-feira, 17, o programa Pânico recebeu Eri Johnson e Ilana Casoy, participantes do documentário sobre o assassinato de Daniella Perez. Em entrevista, o ator, que também fez parte da novela “De Corpo e Alma”, criticou a forma como as revistas da época lidaram com a morte da atriz. “A imprensa foi muito culpada em relação a isso, ficou estampando fotos deles em revistas. Isso foi uma tremenda sacanagem. O fato é que quando o diretor fala ‘valeu’, acabou a cena. O que existe foi um monstro, covarde e otário que assassinou uma menina”, disse, sobre Guilherme de Pádua. “Esse cara, hoje, dificilmente vai andar na rua sem olhar para os lados. Hoje a gente pôde resgatar a covardia que esse cara cometeu e ele está incomodado. No caso desse assassino, ele vai ser sempre reconhecido como um monstro, covarde e fraco. Nem posso falar o que gostaria que acontecesse com ele, não cabe a mim.”

Eri Johnson contou que já conhecia Guilherme de Pádua de trabalhos anteriores e que, desde então, não se dava bem com o ator. “Nós estávamos ensaiando uma comédia e, em um ensaio, ele foi mal-educado com uma das atrizes. Comprei o barulho dela, quase brigamos, mas acabou que não. Por um acaso, ele foi chamado para ‘De Corpo e Alma’, já não nos falávamos e continuamos assim. Dentro da novela, não posso falar nada de estranho. Chegava no horário, sabia o texto dele”, lembrou. Eri diz que evitava cruzar olhares com o assassino, mas que no dia do falecimento de Daniella Perez passou por ele quando foi parabenizar a atriz pela sua participação no especial do Roberto Carlos. “No dia, eu fui dar um beijo nela e falar sobre o especial do Roberto Carlos. É muito louco, foi minha despedida. A gente não pode imaginar, hoje acho que fui ali para me despedir dela. O assassino estava ali, passei por ele. Não olhava para ele, não dava para saber se estava assim ou assado.”

A criminóloga e escritora Ilana Casoy também comentou o crime durante participação no Pânico. “Apesar do Guilherme querer se diferenciar muito, ele é um assassino mau e covarde. Cumpriu sua pena, fato. Essa é a justiça humana. Você não adivinha quando acontece. Eu me lembro do caso Nardoni, todo mundo dos vizinhos começava a falar que era estranha, mas ninguém tem a história do por que o mal existe”, disse. A autora, que também participa do documentário “Pacto Brutal” e é amiga pessoal de Gloria Perez, criticou o pedido de desculpas feito por Guilherme de Pádua. “O Guilherme, a característica mais completa dele, é a capacidade dele de manipulação. O pedido de perdão me revolta. Se vocês prestarem atenção, ele só fala dele. Você já viu um pedido de perdão onde a pessoa só fala de si?”, questionou.

Confira na íntegra a entrevista com Eri Johnson e Ilana Casoy:

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