29/07/2020 às 06h58min - Atualizada em 29/07/2020 às 06h58min

Exame de DNA pode comprovar inocência de Rocha Lima

Redação
Boné deixado por suspeito pode ajudar inocentar oficial preso
O resultado de um exame de DNA, realizado pela equipe do Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas, pode comprovar um erro que levou para a prisão o tenente-coronel da Polícia Militar (PM), Rocha Lima.

O exame foi feito em um boné de cor preta, apreendido no local onde foi executado a pessoa de Luciano de Albuquerque Cavalcante, morto a tiros na manhã de 25 de outubro do ano passado. O crime aconteceu em um dos trechos da Avenida Ministro Lindolfo Collor, no Conjunto Village Campestre II, no bairro da Cidade Universitária, parte alta de Maceió.

O boné é peça fundamental para esclarecer o homicídio e a justiça julgar os verdadeiros acusados. 

Conforme o perito criminal Marek Henryque Ferreira Ekert, os resultados da perícia apoiaram de maneira extremamente forte de que o boné pertence a um dos presos, vinculando-o à cena do crime.

Outras três pessoas também são acusadas e permanecem presas preventivamente conforme as investigações comandadas pela delegada Tacyane Ribeiro, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Rocha Lima, que aguarda o julgamento de um Habeas Corpus, teve seu nome relacionado ao crime – no entender da delegada da DHPP – devido algumas camisetas antigas da PM, pertencente ao oficial na época em que ele ainda era capitão, terem sido encontradas na residência do suspeito. As vestimentas, conforme já foi esclarecido, eram antigas e seriam incineradas, porém, sem que o oficial soubesse as peças foram subtraídas pelo suspeito, de dentro da casa do tenente-coronel no dia em que Rocha Lima fazia uma mudança de residência. O suspeito estava no local ajudando na mudança.
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