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Enel diz que 1.300 clientes seguem sem energia após temporal em São Paulo

A concessionária Enel informou nesta quinta-feira, 9, que o fornecimento de energia já foi restabelecido a “praticamente todos os clientes impactados na última sexta-feira”, 3, quando fortes chuvas que atingiram o Estado de São Paulo e cerca de 2,1 milhões de clientes foram afetados pela falta de luz.

Por Redação em 09/11/2023 às 09:04:48

Foto: Reprodução internet

A concessionária Enel informou nesta quinta-feira, 9, que o fornecimento de energia já foi restabelecido a “praticamente todos os clientes impactados na última sexta-feira”, 3, quando fortes chuvas que atingiram o Estado de São Paulo e cerca de 2,1 milhões de clientes foram afetados pela falta de luz. De acordo com a companhia, técnicos atuam desde a madrugada ” em uma ocorrência complexa”, que envolve árvores e a substituição de postes em Cotia e Embu das Artes, para restabelecer a energia a cerca de 1.300 clientes ainda afetados. A Enel informa ainda que, em paralelo, atua para normalizar outros 30.000 registros de falta de luz originados nos dias seguintes à tempestade. Como o site da Jovem Pan mostrou, a Enel tinha estabelecido que o fornecimento de energia seria completamente restabelecido na capital paulista até a terça-feira, 7. O prazo foi informado pela companhia ao prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), que promete processar a distribuidora pela falta de energia. Na quarta, Nunes acionou a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para cobrar punições à Enel. No ofício assinado pelo secretário de governo, Edson Aparecido, a administração municipal cita "negligência" por parte da empresa. "Conforme amplamente divulgado pela mídia, é de conhecimento público que milhares de imóveis seguem sem energia elétrica no Município de São Paulo e, a despeito do evento climático ter ocorrido há mais de cinco dias, não houve, até o momento, o restabelecimento total dos serviços de fornecimento de energia elétrica, com evidente prejuízo à população paulistana e ao regular funcionamento de serviços públicos municipais, incluindo Unidades de Saúde situadas nesta capital", diz um trecho do texto.

 

Fonte: Jovem Pan

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