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PF mira financiadores de bloqueios em rodovias após vitória de Lula em 2022

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 6, a Operação Parada Obrigatória, com o cumprimento de 10 Mandados de Busca e Apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal de Mato Grosso nos municípios de Pontes e Lacerda e Campo Grande.

Por Redação em 07/09/2023 às 07:40:20

Foto: Reprodução internet

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 6, a Operação Parada Obrigatória, com o cumprimento de 10 Mandados de Busca e Apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal de Mato Grosso nos municípios de Pontes e Lacerda e Campo Grande. A ação tem o objetivo de aprofundar as investigações e a coleta de provas referentes aos financiadores de movimentos que bloquearam rodovias federais após as eleições presidenciais de 2022, impedindo o direito de ir e vir. No contexto dos atos contra o resultado eleitoral, houve o bloqueio da Rodovia BR-174 por manifestantes que, segundo as apurações, teriam agredido e ameaçado motoristas que tentavam furar os pontos de bloqueio, além da reiterada desobediência a policiais que buscavam liberar o trânsito. Em entrevista à Jovem Pan News, o delegado Irineu Dias relatou como os manifestantes agiram: “Um motorista foi agredido ao tentar passar pelo bloqueio e foi levado ao hospital, dada a violência empregada pelos manifestantes. A partir de agora, as investigações continuam, no sentido de identificar outros responsáveis e outros crimes praticados”.

De acordo com a PF, os líderes, financiadores e demais participantes desse movimento podem responder por crimes previstos no código penal, dentre eles: constrangimento ilegal, lesão corporal, incitação ao crime, associação criminosa, abolição violenta do estado democrático, entre outros. As penas, somadas, passam de 13 anos de prisão. Os materiais apreendidos serão submetidos à análise e perícia, para prosseguimento das investigações com o objetivo de identificar e apontar elementos de responsabilização de todos os envolvidos nas ações criminosas.

*Com informações do repórter Bruno Pinheiro

Fonte: Jovem Pan

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