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Submersível que naufragou teria implodido logo após a descida, aponta Marinha dos EUA

Pouco tempo depois do desaparecimento do veículo submarino Titan, no último domingo, 18, a Marinha dos Estados Unidos já havia detectado um sinal que indicava a provável implosão do submersível.

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Pouco tempo depois do desaparecimento do veículo submarino Titan, no último domingo, 18, a Marinha dos Estados Unidos já havia detectado um sinal que indicava a provável implosão do submersível. Os registros da força mostram uma anomalia horas depois que o submarino da OceanGate Expeditions iniciou a descida para visitar o naufrágio do Titanic. “Os destroços são consistentes com uma perda de pressão catastrófica da câmara do Titan, cuja comunicação foi perdida no domingo, duas horas depois do início da imersão”, informou o contra-almirante da guarda-costeira dos Estados Unidos, John Mauger, que transmitiu os pêsames às famílias. A investigação sobre o ocorrido segue em andamento na região onde foram encontrados destroços do submersível. “Sei que também há muitas perguntas sobre como, por que e quando isso aconteceu. Essas são questões sobre as quais vamos coletar o máximo de informações que pudermos agora”, declarou Mauger.

O navio Polar Prince, da empresa canadense Horizon Maritime, perdeu todo o contato com o submersível menos de duas horas depois de um mergulho que deveria ter durado cerca de sete horas, para visitar os restos do transatlântico Titanic, que jaz a quase 4.000 metros de profundidade e a 600 quilômetros do continente. A linha do tempo ainda está sendo trabalhada para entender a cronologia do acidente. Antes da coletiva das autoridades norte-americanas, a empresa OceanGate já havia confirmado que todos os cinco tripulantes que se encontravam no submarino Titan estão mortos.

Nos últimos dias, veio à tona um relatório sobre as possíveis falhas de segurança do submersível. O ex-diretor de operações marítimas da empresa fabricante do submersível, David Lochridge, demitido por ter questionado a segurança do Titan, mencionou em um processo judicial o “projeto experimental e não comprovado” da embarcação. Segundo Lochridge, uma parte da frente do dispositivo foi concebida para resistir à pressão a uma profundidade de 1.300 metros, e não a 4.000 metros.

As vítimas são: Shahzada Dawood, empresário paquistanês; Suleman Dawood, filho do empresário paquistanês; Hamish Harding, bilionário britânico e empresário; Paul-Henry Nargeolet, tripulante especialista em Titanic e Stockton Rush, diretor-executivo da OceanGate. Em um comunicado, a companhia afirmou que os membros do grupo eram “verdadeiros exploradores” que compartilhavam de um “distinto espírito de aventura e uma profunda paixão” pelos oceanos. “Nossos corações estão com essas cinco almas e todos os membros de suas famílias durante esse período trágico. Lamentamos a perda de vidas e a alegria que eles trouxeram para todos que conheciam”, diz trecho do posicionamento.

*Com informações da AFP

Fonte: Jovem Pan

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