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Casa Branca

Biden intensifica pedido para proibição de fuzis semiautomáticos e promete "promulgação imediata"

Após mais um registro de violência armada nos Estados Unidos, dessa vez um ataque em um shopping no Texas que matou oito pessoas, incluindo crianças, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voltou a pedir ao Congresso que proíba os fuzis semiautomáticos.

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Após mais um registro de violência armada nos Estados Unidos, dessa vez um ataque em um shopping no Texas que matou oito pessoas, incluindo crianças, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voltou a pedir ao Congresso que proíba os fuzis semiautomáticos. “Mais uma vez eu peço ao Congresso que me envie um projeto de lei para proibir as armas semiautomáticas e os carregadores de alta capacidade. Que determine verificações universais de antecedentes. Exija armazenamento seguro (das armas). Que acabe com a imunidade dos fabricantes de armas”, afirmou Biden em um comunicado. Ele defende leis mais rigorosas para o porte de armas. O chefe de Estado criticou neste domingo, 7, os “atos de violência sem sentido” no Texas. “Vou promulgar de maneira imediata. Nós precisamos disso para manter nossas ruas seguras”, acrescentou. Apesar do esforço, é pouco provável que o apelo de Biden tenha sucesso, pois os republicanos, que controlam a Câmara de Representantes, são contrários às medidas de maior controle.

Em homenagem às vítimas do ataque, o líder norte-americano ordenou que bandeiras americanas sejam hasteadas a meio mastro em todos os prédios federais até o fim da tarde de 11 de maio, como um “sinal de respeito pelas vítimas”, de acordo com a Casa Branca. O governador do Texas, Greg Abbott, que é republicano, chamou o tiroteio de “tragédia indescritível”, mas se recusou a afirmar se considera a possibilidade de restringir a venda de armas ou promulgar outras reformas. “As pessoas querem uma solução rápida. A solução a longo prazo é abordar o problema da saúde mental”, declarou Abbott ao canal Fox News. Também destacou que é necessário analisar o aumento da “raiva e da violência” no país. O Texas é um dos estados mais permissivos em matéria de porte de armas. Autoridades locais elogiaram a ação rápida do policial que estava no local. O ataque de Allen foi o mais recente de uma onda de violência com armas de fogo nos Estados Unidos.

No sábado, 6, um homem de 33 anos saiu de um automóvel no estacionamento do shopping e abriu fogo contra as pessoas próximas. Ele usava equipamento paramilitar e portava um fuzil semiautomático similar ao AR-15, além de carregadores adicionais. Veículos americanos identificaram o suspeito como Mauricio García, 33. Seis pessoas morreram no local e duas não resistiram aos ferimentos e faleceram no hospital. Entre as vítimas estavam crianças, de acordo com um comunicado da Casa Branca. Três dos sete feridos precisaram ser submetidos a cirurgias de emergência, informou Jonathan Boyd, comandante do corpo de bombeiros de Allen. Esse ataque acontece uma semana após um homem abrir fogo e matar cinco vizinhos em Cleveland, uma pequena cidade do Texas, depois que um deles pediu que ele parasse de atirar com um fuzil no quintal de sua casa porque seu bebê estava dormindo. Desde o início de 2023, o país registrou 199 tiroteios em massa, de acordo com o ‘Gun Violence Archive’, uma ONG que define tais situações como atos que deixam quatro ou mais pessoas feridas ou mortas. Com mais armas de fogo que habitantes, os Estados Unidos têm a maior taxa de mortes por armas de fogo de todos os países desenvolvidos: 49 mil em 2021, contra 45 mil no ano anterior.

*Com informações da AFP

Fonte: Jovem Pan

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