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Comandante do Exército diz que militares envolvidos em atos no DF podem ser punidos: "Ninguém está acima da lei"

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O novo comandante do Exército Brasileiro, general Tomás Paiva, disse nesta sexta-feira, 27, que os militares envolvidos nos atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro, poderão ser punidos pelos órgãos de Justiça da caserna. A declaração, primeira dele à imprensa sobre o caso, foi feita após visita de cortesia ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que teve por objetivo discutir investimentos na indústria de Defesa. “Qualquer militar ou civil não está acima da lei”, reforçou. Tomás Paiva ainda descartou que ocorram novas trocas dentro do comando do Exército. De acordo com ele, o clima está “tranquilo”, mesmo indícios de conflitos internos entre os militares e o novo governo. O general ressaltou que as mudanças necessárias serão feitas apenas depois de reuniões administrativas de promoção e transferência. Aos 62 anos, Tomás Paiva foi anunciado como novo comandante do Exército no último sábado, 21. Ele substituiu o general Júlio César de Arruda, demitido mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tomás, desde 2021, era responsável pelo Comando Militar do Sudeste. Antes de se tornar o novo comandante do Exército, o posto mais alto assumido por ele na carreira militar foi de general em 2019. Na época, ele integrou o Alto Comando do Exército, órgão colegiado onde são debatidos assuntos da Polícia Militar Terrestre e temas de interesse do comandante do Exército. O novo comandante do Exército Brasileiro nasceu em São Paulo e iniciou a carreira militar em 1975, quando entrou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas.

Fonte: Jovem Pan

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