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Traficante apontado como mandante do assassinato de manicure é ouvido e liberado pela polícia

Por Tnh1 em 22/09/2023 às 07:54:29

Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Alagoas ouviu, nesta quinta-feira (21), um homem que seria o mandante do assassinato da jovem identificada como Carolaine Correia dos Santos, que foi assassinada a tiros no município de Penedo, em agosto deste ano. Carolaine, também conhecida como "Kalica", trabalhava como manicure e foi morta por engano ao ser confundida com uma amiga que era o alvo dos criminosos.

De acordo com a polícia, o homem, que também é apontado como um traficante da região, se apresentou na Delegacia de Penedo, na companhia de dois advogados, após ter sido intimidado a depor. Ele prestou depoimento e foi liberado em seguida.

Além de ter ouvido o suposto mandate, a polícia também identificou o condutor do veículo usado no crime contra a manicure. A Justiça de Alagoas já expediu um mandado de prisão contra ele, que segue foragido.

A reportagem do TNH1 também apurou que outros dois homens, que teriam participado diretamente da execução de Carolaine Correia, foram parcialmente identificados. Um terceiro executor segue sem identificação.

O caso - Carolaine Correia dos Santos, também conhecida como "Kalica" foi morta a tiros na porta de uma residência, na região central de Penedo, em 15 de agosto deste ano. A investigação mostrou que a vítima foi executada por engano após ser confundida com uma amiga, que teria envolvimento com o tráfico de drogas e seria o alvo dos criminosos.

Segundo o inquérito, três pessoas teriam participação direta na morte da manicure. Um veículo teria sido usado pelos bandidos durante a fuga. À época do crime, um quarto suspeito, que seria traficante na região, foi identificado como o mandante do assassinato.

De acordo com o depoimento das testemunhas, a manicure, que é mãe de quatro filhos, foi assassinada após notar a movimentação dos criminosos e tentar correr para dentro de uma casa. Antes de assassinar Caroline, um dos criminosos teria falado ao telefone com o autor intelectual do homicídio e perguntado quem era o alvo.

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